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segunda-feira, julho 27, 2009

A Gripe e os exageros da WHO/OMS

O conhecido professor francês e deputado do UMP, Bernard Debré, declarou ontem numa entrevista ao "Journal du Dimanche" que a Gripe A/H1N1 ou "Gripe Mexicana"não é perigosa e que a mobilização mundial contra a pandemia não tem outra finalidade do que amedrontar as pessoas. Segundo este famoso urólogo de Paris , esta Gripe é talvez mesmo um pouco menos perigosa do que a Gripe que grassa habitualmente no inverno. "Sim, aquela Gripe se espalha muito rapidamente e pois...?, não passa duma "Gripezinha", não é um vírus Ébola ou de Marburgo". Debré critica a WHO (Organização Mundial de Saúde) dizendo que as autoridades já compreenderam e desistiram da luta e em muitos casos já não se faz o esforço de verificar se os doentes sofrem realmente da H1N1 , aconselhando-lhes simplesmente a tomar paracetamol. Debré opina que as autoridades não tinham outra solução do que adoptar um comportamento dracónico após os inúmeros comunicados diários alarmantes lançados pela WHO. Todavia os governos têm culpa por se terem inclinado com tanta facilidade antes da mediatização politica excessiva dos eventos. Parece -me evidente que os grandes ganhadores desta paranóia colectiva são os grandes grupos farmacêuticos...
De Franse professor Debré beweert dat de ganse Mexicaanse-griep-historie een opgeklopt verhaal is, vanwege de WHO, gewoon bedoeld om ons schrik aan te jagen. En wellicht wordt de farmaceutische industrie er - als enige - beter van...

sexta-feira, abril 24, 2009

Pois é, Major Otelo...


Hoje de manha ouvi falar o Major Otelo na radio. Considerando que em Portugal há 2 milhões de pobres, 1 milhão de analfabetos e meio-milhão de desempregados, ele chega à conclusão que a Revolução de 25-4-1974 ainda não atingiu os seus objectivos . De facto, não é preciso ser vidente para ver que somos um caso único na Europa : como explicar que países que vêm de muito longe atrás de nós, em poucos anos ultrapassam alegremente Portugal em todos os aspectos. Talvez a revolução tenha alguma coisa a ver com isso : não será que na primeira década pós-revolucionaria foram feitas muitas opções erradas e contra-produtivas, que hipotecaram o país até ao dia de hoje? A liberdade é o bem mais precioso que temos nesta Terra, mas não é tudo, é preciso muito mais para ser feliz..