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sexta-feira, outubro 09, 2009

A equipa belga de futebol : a farsa da união


O anterior treinador da equipa belga, Frankie Vercauteren, deu em 6-10-2009 uma entrevista a um conhecido semanário e falou sobre o ambiente que reina entre os "Diabos Vermelhos" . Lembramos que Frank Vercauteren foi um jogador famoso do Anderlecht e entrou muitas vezes na selecção nacional. Falando sobre os almoços e jantares com a selecção disse o seguinte : " à mesa os Francófonos juntam-se aos Francófonos e os Flamengos aos Flamengos. Sempre foi assim. O que se pode fazer neste caso? Pouca coisa. Mas recentemente vi uma situação ainda mais caricata. Tinham posto 2 pratos a mais na mesa. E o que se passou? Ninguém se sentou em frente dos pratos no meio: havia literalmente uma linha de demarcação entre os Flamengos e os Francófonos." Para completar a sua informação : 1º o lema nacional da Bélgica é " A União faz a força", 2º os resultados da equipa nacional belga são péssimas a todos os níveis...
Frankie Vercauteren, ex-trainer van de Belgische ploeg verklaarde in een recent interview dat de Vlaamse en Franstalige spelers tijdens de maaltijden strikt gescheiden zitten aan tafel...

segunda-feira, setembro 08, 2008

De Gordel, a Cintura Sagrada que circunda Bruxelas….


Ninguém tem dúvidas sobre a origem flamenga de Bruxelas.
Todavia aquela cidade, da qual o nome significa (casa no pântano = broek-seele), foi submetida a uma “francofonização” sistemática por parte do Estado belga unitário, de tal maneira que os Flamengos actualmente só formam uma minoria na capital do reino belga (talvez 10% dos citadinos). Deve ser um facto único no mundo que uma grande maioria (60%) da população que produz 70% do PIB do seu país, deve chamar à capital uma cidade onde dificilmente pode ser entendida na sua própria língua.
Assim, Bruxelas constitui hoje em dia uma ilha multilinguística (mas prepronderantemente francófona), circundada por território flamengo. Nos últimos 50 anos, muitos francófonos mudaram para a circunferência flamenga de Bruxelas, uma zona evidentemente mais rural e mais verde do que a capital, recusando desde o inicio adaptar-se à cultura existente. São basicamente motivados pela mesma arrogância cultural que incitou Charles Maurras nos anos ’30 a chamar o Português “um dialecto” em comparação com a nobre língua francesa. Na Flandres todos os imigrantes – Turcos, Russos, Italianos, Polacos ou Portugueses – adaptam-se à realidade administrativa e cultural da Terra onde foram acolhidos, os francófonos não. Utilizam sempre o mesmo estratagema: juntam-se, isolam-se, criam partidos e tentam tomar o poder politico nas aldeias onde lhes apetece e depois… começam a reclamar privilégios linguísticos para finalmente exigir o recorte daquele município do mapa da Flandres. É como se no concelho de Albufeira ou Loulé houvesse uma maioria de residentes Espanhóis (ou Ingleses) que após ter ganho as eleições contra a população autóctone, começasse a recusar a aplicação da legislação sobre o uso do Português na administração e no ensino e exigir a integração daquele município na Espanha (ou no Reino Unido).
Para deixar bem claro que nunca vão abdicar dos seus direitos sobre aquelas vilas e aldeias da Cintura de Bruxelas, a comunidade flamenga organiza cada ano uma volta a Bruxelas em bicicleta para cicloturistas. Uma manifestação desportiva, lúdica e pacífica que conta em média com uma participação de 50 a 80.000 pessoas.
Foi ontem e – mais intolerantes do que nunca – os francófonos tentaram boicotar a manifestação arrancando postos de sinalização e semeando pioneses nas estradas.
De facto queriam impossibilitar que os Flamengos passeassem nas terras que há 1500 anos lhes pertencem e que foram imortalizadas nas pinturas de dezenas de mestres entre os quais os 3 Breughel são certamente os mais conhecidos.
De Gordel - een fietsmanifestatie rond Brussel - is een duidelijk signaal dat aantoont dat de Vlamingen niet van plan zijn deze oer-Vlaamse dorpen los te laten.