
“ Nós somos um partido de princípios.
Quando os outros navegam virando as suas velas para os ventos da moda, nós temos o dever de conservar princípios, de manter acesa a luz no farol das nossas convicções".
Quando ouvi o noticiário da RTP começar com a vitória dos sub-21, pensei "já voltou tudo outra vez ao normal".





Ao contrário do que é geralmente suposto, os desportos marciais tornam os jovens mais agressivos. Uma pesquisa, da Universidade de Mons (B), constatou que os rapazes que participam em cursos deste genero são mais implicados em brigas. Também demonstram mais absenteismo na escola e são mais susceptiveis a participarem em actos de vandalismo e roubos, comparados com os seus colegas que não praticam este tipo de desportos.
Áreas: Aeroporto de Málaga: 320 hectares, Aeroporto de Lisboa: 520 hectares. Pistas: Aeroporto de Málaga: 1 pista, Aeroporto de Lisboa: 2 pistas. Tráfego (2004): Aeroporto de Málaga: 12 milhões de passageiros, taxa de crescimento,7% a 8% ao ano. Aeroporto de Lisboa: 10,7 milhões de passageiros,taxa de crescimento 4,5% ao ano.Soluções para o aumento de capacidade: Málaga: 1 novo terminal, investimento de 191 milhões de euros, capacidade 20 milhões de passageiros/ano. O aeroporto continua a 8 Km da cidade e continua a ter uma só pista. Lisboa: 1 novo aeroporto, 3.000 a 5.000 milhões de euros, solução faraónica a 40Km da cidade. É o que dá sermos ricos com o dinheiro dos outros e pobres com o próprio espírito. Ou então alguém tem de tirar os dividendos dos terrenos comprados nos últimos anos. Ninguém investiga isto? É preciso fazer alguma coisa. Pelo menos divulguem, ou faremos parte de "Otários" silenciosos. Por Miguel Sousa Tavares.



Os resultados da actual política de turismo são fracos. Por vezes aparece um ou outro carro com alguns turistas e mais nada. Também não é fácil num concelho no qual o maior rio está poluído, vários prédios emblemáticos em ruínas e um parque de campismo adormecido.
Existe pouco interesse para a situação das mulheres por parte dos políticos de Penela.
Hoje na rádio ouvi outra vez as lamentações do PSD sobre o facto que o seu candidato vai perder muito dinheiro “pondo o seu idealismo ao serviço de Penela”.
Quando fizemos apelo ao velho Deus romano, Janus, para apadroar a nossa campanha, nunca pensámos que um Deus já desabituado durante quase 2000 anos a “trabalhar” nestas regiões, pudesse ser tão eficaz.
Nasci num pequeno concelho,muito rural e situado numa província desde sempre considerada e “gozada” como sendo a mais “camponesa” da Bélgica.




Um relatório recente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre o ensino em Portugal vem reforçar as nossas ideias sobre a política da edução em Penela.

Os Romanos já conheciam e praticavam a receita para manter o povo calmo, obediente e pouco crítico: "Panem et circenses", ou seja, pão e circo, alimento e gladiadores, febras e pimba.
Nota-se que o Ambiente é só uma camisola para vestir na altura das eleições. Nenhum dos candidatos em Penela diz uma palavra sobre as árvores. Provavelmente ainda não sabem que um município moderno faz uma política arborícola moderna, focada na árvore autóctone. No caso de Penela, penso em primeiro lugar na nogueira e na oliveira, mas se calhar há mais. Não só porque estas são arvores deram alimento e sombra às gerações passadas, mas também porque fazem parte do nosso imaginário, das nossas tradições, das nossas crenças. Estão em perfeito equilíbrio com o sistema ecológico aqui presente e constituem um ex-libris verde da nossa terra. Quando plantadas em bairros novos, não só são muito mais pitorescas como também contribuem para aumentar ao valor imobiliário da zona e estimular o convívio das pessoas nos dias quentes de verão. Faz parte das nossas promessas eleitorais plantar nogueiras na Praça da República e substituir os tristes chorões que só metem compaixão. Também nos bairros novos optaremos para uma solução similar.
O ambiente é desde sempre um bem defendido pela direita : de facto, o ambiente, as terras, as florestas, a fauna, a flora, o ar e os rios fazem parte do património ancestral e por isso fazem naturalmente parte do legado do CDS/PP, partido que em Portugal mais defende a identidade nacional.














