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segunda-feira, junho 03, 2013
Embaixador em Portugal de uma das melhores cervejas do Mundo
Foi para mim uma grande honra, ser eleito "Embaixador em Portugal para 2013" de uma das melhores cervejas do Mundo, a "Gulden Draak". A "Gulden Draak" é uma cerveja belga de fermentação alta e deliciosamente aromática, produzida numa fábrica de cerveja familiar e tradicional situada em Ertvelde, uma aldeia no coração da Flandres, mais concretamente nos arredores da cidade de Gent (Gand). O símbolo desta cerveja, que vemos nos copos e nas garrafas, é o Dragão Dourado, estátua emblemática colocada na ponta do campanário do Belfort da cidade referida. Para ser completo, publico aqui uma ficha técnica desta maravilha engarrafada. Atenção, esta ficha não foi elaborada por mim!
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sexta-feira, março 16, 2012
Finalmente uma cerveja com sabor em Portugal
A cerveja não é uma especialidade de Portugal ( nem existe uma palavra concreta em Português para "brewery" ou "brasserie"...) de tal modo que os líquidos produzidos pelas duas marcas mais vendidas no mercado nacional, manifestamente só têm uma finalidade: matar a sede. Houve algumas tentativas infelizes par imitar as grandes cervejas tradicionais (de fermentação alta) do norte da Europa, mas - como era de prever - falharam estrondosamente. Agora, a Sagres lançou uma nova variedade, "Puro Malte". Devo admitir que foi uma surpresa agradável. Finalmente temos aqui uma cerveja que se pode beber por prazer, que tem um sabor característico e que - muito importante - não contêm aditivos, corantes ou conservantes. Parabéns!
terça-feira, junho 16, 2009
Portugal: um deserto "cervejistico"...
Manifestamente Portugal é um pais de vinho, cheio de qualidade, variedade e maravilhas enófilas; no que diz respeito à cerveja é um deserto total. Não só temos uma situação monopolizante com duas marcas a dominar o mercado como temos a monotonia gustativa de sermos sempre confrontados com os mesmos líquidos medíocres. É um facto que as referencias "mestre" das duas marcas nacionais e omnipresentes não passam de cervejas banais sem qualquer lugar para a surpresa ou originalidade : a única maneira de as consumir de modo humanamente aceitável, é - sentado numa varanda com vista para a praia - engoli-las geladas, de uma só vez, sem mastigar ou degustar. Mesmo assim, estão a anos de luz da perfeição e do prazer que nos disponibiliza uma Krombacher, uma Warsteiner ou uma Stella Artois. Mas a situação torna-se mesmo trágica, quando os fabricantes referidos arriscam-se a elaborar "cervejas especiais" : aí o deslize é completo. Sugerem que as suas receitas são oriundas de uma ou outra velha tradição conventual quando na realidade são cervejas "tratadas" com corantes e conservantes (ver etiqueta) sem qualquer comparação possível com as boas cervejas monásticas do Norte da Europa. Seria injusto não mencionar aqui as fantásticas cervejas "abadicas" belgas que são verdadeiros produtos endógenos, de fermentação alta : são as mundialmente famosas cervejas "Trappistes" de Chimay, West-Vleteren, Achel, Westmalle, Rochefort e Orval. A diferença é tão grande como a que existe entre uma agua-pé a martelo e uma reserva da Barca Velha. Finalmente, não me venham dizer que é um pouco ingénuo procurar boa cerveja na Península Ibérica : quem já experimentou uma Ámbar 1900 de La Zaragozana, uma Alhambra Especial ou simplesmente uma Estrella de Galicia, sabe que não é uma tarefa impossível...
In Portugal wordt de "biermarkt" gedomineerd door 2 nationale merken, bijna een monopolie : gewone pilskes zonder veel ambitie. Het drama begint wanneer ze "speciale" bieren beginnen te brouwen die zogezegd gebaseerd zijn op "kloosterformules". Om te lachen natuurlijk en in de verste verte niets te maken met onze fantastische Belgische trappisten.
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